domingo, 8 de fevereiro de 2026

A ARQUEOGENÉTICA E O POVO BRASILEIRO

 

 

  


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A ARQUEOGENÉTICA E O POVO BRASILEIRO 

Em recente artigo publicado na célebre revista científica Science, cientistas da USP e um grupo de pesquisadores de agências do Governo Federal e parceiros, com o intuito de mapear a genética do povo brasileiro e assim estabelecer riscos, vantagens e oportunidades contra doenças pré-existentes e estratégias do SUS, , acabou decifrando mais 8 milhões de variantes cromossômicas, demonstrando uma elevada miscigenação na formação dessa nossa distinta população.

A pesquisa é realizada no âmbito do projeto DNA do Brasil, lançado em 2019, que tem outros 6 mil genomas já sequenciados e em processo de estudo para futuras publicações, com uma diversidade genética e um poder de análise estatística ainda maiores. O projeto faz parte do Programa Genomas Brasil, uma iniciativa do Ministério da Saúde, lançada em 2020, que tem como meta sequenciar o genoma de 100 mil brasileiros.

Acesse o artigo publicado original, aqui:

Porém, um dos achados , foi impactante: a ancestralidade do Brasil foi desnudada, onde ficou evidenciado que as relações de acasalamento foram patriarcais e não-aleatórias, logo, seguiram um padrão, independente das amostras colhidas em cada região do país.


Os cromas Y, masculina nos, tem origens européias e os cromas XX,  femininos e constituintes a partir das mitocôndrias, provém de africanas e em menos número, das indígenas .


 


❓Por que não tivemos mães européias?

Antropólogos e alguns articulista poderiam justificar pela " teoria da escassez", onde a grande vaga de imigrantes foi de aventureiros e militares. Porém, como explicar que nossos pais não foram africanos ou indígenas?

Saiba mais sobre sexo com escravizados clicando nesse link:


A resposta até o momento mais aceita: do século XVI até o início do séc. XVIII, foi uma constante de necessidades ocasionais e aleatórias, porém, do século XVIII até os anos 1950, já verificou-se uma tendência a seletividade, ou seja, casamentos ou interações objetivas; entretanto, não quer dizer que foram uniões consensuais ou socialmente aceitas em ritos, na verdade, os marcadores genéticos demonstram que foram atípicas e inter-raciais, o que, para a época e os costumes, obviamente foram em segredo.


A pesquisa avança.


Carlos Eduardo da Silva 

Pres.IPHAR

Prof .Lic.

08/02/26



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