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sábado, 23 de novembro de 2019

ZOÓLITO: ARTEFATO DA CIVILIZAÇÃO SAMBAQUI

ZOÓLITO 

Descrição:

Artefato Sambaqui, que foram os povos pré  históricos litorâneos  do Brasil meridional.
A peça apresenta uma pequena depressão situada quase sempre,na região ventral dos animais representados, que se supõe ter sido destinada ao processamento de substâncias capazes de produzir estímulos sensoriais, utilizadas em cerimônias e ritos.



Em breve exposição  do IPHAR-INSTITUTODE PESQUISA HISTÓRICA E ARQUEOLÓGICA. 

Mas qual simbologia ele carrega?
Porque tanto trabalho manual?

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

CAIÇARAS JÁ NAVEGAVAM ENTRE 3.000 A 8.000 MIL ANOS a.P.

CAIÇARAS JÁ NAVEGAVAM ENTRE 3.000 A 8.000 MIL ANOS a.P.
Desde os anos 1980, vários marcos epistemológicos vem sendo desenvolvidos no quanto a questão dos fazeres dos povos pré cerâmicos e as evidências físico biológicas.
 
Mercado do Peixe ou Redondo,
Centro de Angra....anos 1940/50(?),
com as ubás, a canoa brasileira.


 As tradições Sambaqui abrangendo-se desde o atual Rio de Janeiro a Santa Catarina, mormente, perfazem um caminho de inovação tecnológica e adaptação dos fazeres, que traçou definitivamente a colonização litorânea e complexou as ligações límbicas dos holocênicos quaternários.


Dentro dessa perspectiva médica, em 2010, Andrea Lessa e Izaura Coelho desenvolveram estudo estatístico com modelagem bioarqueológico, analisando os parcos acervos de ossadas e assentamentos orgânicos na Ilha Grande, no chamado Sambaquianos de Ilhote do Leste.

Canoa ou ubá,; artesanato caiçara em Paraty


Constatou-se a deformação por espondilolise superior, com robustez acentuada. Portanto, segundo as autoras, estaríamos diante de movimentos rotativos e estresse osteo -mecânicos.O que indicaria a remação e o uso de embarcações em mar aberto!



Isso há mais de 3 mil anos!!


As tradições Sambaqui extendendo-se desde o atual Rio de Janeiro a Santa Catarina, mormente, perfazem um caminho de inovação tecnológica e adaptação dos fazeres, que traçou definitivamente a colonização litorânea e complexou as ligações límbicas dos holocênicos quaternários.


Há centenas de teses de doutorado e outros níveis acadêmicos que demonstram a ancestralidade dos protocaiçaras, incluindo o empirismo forense,que de todo, podem ter sido não só susbtituídos geograficamenhte, mas também sincretizados pelos migrantes cerâmicos amazônicos.
Uma análise mais apurada está em andamento de sítios e , dentro da quebra de axiomas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

A PRÉ HISTÓRIA DOS POVOS DA ILHA GRANDE: O POVO SAMBAQUI

Foto:
Sepultamento: Sambaqui Ilhote do Leste,

Ilha Grande, RJ. Sepultamento.
Fonte: WESOLOSKY, 2000 p.162.

 
 

OS POVOS ANTIGOS DA ILHA GRANDE
E A GESTÃO DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS -
UMA PERSPECTIVA CIENTÍFICA E TURÍSTICA.
Na Ilha Grande há mais de 60 sítios arqueológicos do tipo "oficina lítica".
Desses, vários são rochas com marcas expostas ao tempo.
Uma delas, estão no Parque Estadual da Ilha Grande...bem próximas da maior e mais populosa vila da Ilha: Abraão. 

 Em Florianópolis (SC), existe até um Museu do Sambaquis, mantido com dinheiro privado, em parceria do IPHAN (federal) com o Resort Costa do Santinho.
Oficina lítica: Pedra de amolar na Praia Preta,
na trilha T1(Circuito Abraão, na Ilha Grande).
Milhares de anos de presença humana.
Foto:Minha, maio/2016

 Pergunto: 

O que as tendências da  arqueologia e o preservacionismo modernos falam sobre essa situação: tira do local e põe numa exposição? Tira do local e põe numa exposição mas coloca uma réplica no local? Ou deixa no local e a protege da melhor maneira?

Uma coisa e certa: o turismo cientifico e cultural qualificam o trade de serviços local, o público-alvo migra de meros espectadores do macro ambiental para apreciadores do  tipico, artesanal e impulsiona os nativos a autoestima.

Fica minha dúvida.