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quarta-feira, 17 de julho de 2019

PROJETO "ANGRA ALÉM DAS PRAIAS":-UMA IDÉIA DO IPHAR:ROTA DOS TRILHOS

🔴Esse era um dos locais que tinham Caminhos históricos.Ainda estamos pesquisando...

SÉRIE "ANGRA ALÉM DAS PRAIAS": UMA IDÉIA DO IPHAR!

🚂ROTA DOS TRILHOS 🚂

⚜️Cachoeiras para belas fotos e banhos revigorantes, da Borboleta Azul, Véu de Noiva e do Pontilhão.
⚜️Trilhas na Mata Atlântica, com Preguiças, serpentes multicoloridas, pássaros raros cantando e flores!
⚜️Mirante da Ribeira e Mirante do IPHAR, com o majestoso Pico do Frade ao longe e montanhas verdejantes.
⚜️ Degustar uma galinha caipira ou um delicioso pato no Sítio Toca do Biró. Depois relaxar no alpendre, deitado na rede...
⚜️Passar por cima (ou por baixo, tipo outdoor), nos pontilhões monumentais da antiga ferrovia  EFOM, de 1924.
⚜️Comer banana d'ouro, morango silvestre, maracujá serrano e até tangerinas pelo caminho.
⚜️ Em junho/julho dançar quadrilha na Banqueta, no Biró.
⚜️Hostel
⚜️Com lanternas, fazer bela selfie nos túneis do início do século XX , construídos com requintada engenharia.






🚖Tudo isso a apenas 12 min. do Centro de Angra e em vias que passam até microônibus.
 Há linha regular de ônibus até somente a ponte da Estrada da Banqueta.
🚒No centro do bairro tem padaria, mercado,  igreja católica,  igrejas protestantes, Posto de Saúde (seg a sex), muitos bares e até peixaria.

⚠️ Dificuldades e dicas: A Mata Atlântica chove bem no verão e outono.Para visitar as Cachoeiras, tem de deixar o carro uns 200m antes da Véu de Noiva e 2km da Pontilhão. Também há falta de energia  vez ou outra. Não há banco e internet há, mas varia. 60% são estradas vicinais de terra. Recomenda-se contratar o guiamento do Biró ou de Angra (IPHAR ou Turisangra podem indicar).
Obs: Todas as fotos são da região e tiradas por nós.

Bem vindos!
Angrense, descubram seu município!
Turistas, encantem-se com a Rota fora das praias!

www.iphar.org

terça-feira, 11 de setembro de 2018

SITUAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TREM, EM LIDICE-RJ, BRASIL.

🚂PATRIMÔNIO HISTÓRICO URGENTE.
🔸Tomada de fotos feita por nosso vice presidente  do IPHAR, Alex Albertasse em 27/08/18
Ao contrário  do que possa parecer, as notícias  são  auspiciosas: a estação  tem poucos problemas e temos vagões  a disposição.









Podemos ter na estação  o museu e nos vagões, uma feirinha de artesanato e produtos típicos!

Inaugurada em 1910, fazia parte da antiga EFOM-Estrada de Ferro Oeste Mineira.

Atualização: estive em julho/2021 na região da Estação: infelizmente não há mais esses vagões.

Texto em http://www.estacoesferroviarias.com.br/rmv_tronco/lidice.htm
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da RMV foi construída originalmente pela E. F. Oeste de Minas a partir da estação de Ribeirão Vermelho, onde a linha de bitola de 0,76 chegou em 1888. A partir daí, a EFOM iniciou seu projeto de ligar o sul de Goiás a Angra dos Reis, passando por Barra Mansa por bitola métrica: construída em trechos, somente em 1928 a EFOM chegou a Angra dos Reis, na ponta sul, e no início dos anos 1940 a Goiandira, em Goiás, na ponta norte, e já agora como Rede Mineira de Viação. A linha chegou a ser eletrificada entre Barra Mansa e Ribeirão Vermelho, e transportou passageiros até o início dos anos 1990. Nos anos 1970, o trecho final norte entre Monte Carmelo e Goiandira foi erradicado devido à construção de uma represa no rio Paranaíba, e a linha foi desviada para oeste encontrando Araguari. Hoje (2003) a linha, já não mais eletrificada, é operada pela concessionária FCA.
A ESTAÇÃO: A estação de Capivary foi inaugurada em 1910, tendo sido ponta de linha até a inauguração da estação de Alto da Serra, onze anos depois.

Depois teve seu nome alterado para Vila Parado, e nos anos 1940 passou a se chamar Lidice.

O tráfego de passageiros naquele trecho, descendo e subindo a serra, foi extinto entre 1979 e 1980 (ref.: Guia Levi).

Um trem turístico foi aberto em março de 1992 ligando a estação de Lídice à de Angra dos Reis - o chamado Trem da Mata Atlântica, com seus carros verdes. Enquanto a RFFSA era a dona da linha, até 1996, eles funcionaram. Com a entrada das concessionárias, eles foram suprimidos.

É, foi uma pena. A subida da serra, descrita por passageiros desses últimos trens, era muito bonita. O trem subia a partir da saída do pátio de Angra dos Reis até a estação do Alto da Serra. Daí descia até Lídice, onde esses trens geralmente paravam por um tempo e voltavam. Em Lídice, esses últimos trens turísticos que vinham de Angra faziam manobras de carros e locomotivas para voltar a Angra. Enquanto isso, passageiros desciam na estação - que ficava longe da cidade - e se divertiam na pequena feirinha de produtos típicos que por ali havia.

Tudo ao redor da estação, em 2003, já estava abandonado. Entre 2002 e 2005, a linha esteve sem movimento de cargueiros, devido a um desabamento em Angra dos Reis. Não deve ser mais isso em 2017. O prédio estava lá, da mesma forma como estava em 2014, mas a FCA não passa mais por ali, não havia sentido em manter nenhum de seus funcionários na região.

"A bela estação de Lídice está lá, meio descaracterizada, servindo de moradia e alojamento da FCA, com um corrimão na plataforma. A estação, o grande pátio, a caixa dágua e o pontilhão formam um belo conjunto. Dá saudade do tempo em que isso era comum. O sol já estava oculto pela morraria da região, o que diminui as cores mas melhora o contraste. O pátio é grande, com seis linhas, talvez o maior entre Angra e Barra Mansa, deve ter sido muito útil para formar e dividir composições que chegavam e demandavam a descida da Serra do Mar, que começa perto daqui. Percebi também um desvio morto. Para que serviria?" (Eliezer P. Magliano, 02/2006).

quinta-feira, 17 de maio de 2018

IPHAR RECEBE E ORGANIZA VISITA DE AMIGOS OFFSHORE, TURISTAS CARIOCAS E DO NORTE FLUMINENSE

Turma reunida nos Reis Magos

 Pintora Lyla Mello nos recebeu

Visita a Igreja Matriz no centro

Mini museu temporário mostrando a história de Angra.
,

O homem do gelo ...

Mini exposição na Praia da Boca, MOMBAÇA

 
I
RECEBENDO VISITAS...MOSTRANDO  A ANGRA QUE AMAMOS.

-Dia Nacional do Turismo

 O dia foi maravilhoso com a turma de colegas offshore(amigos de trabalho), que após meses de marketing pessoal meu,  vieram conferir as belezas naturais e riquezas culturais caiçaras!

Após um citytur comigo, Maria (Dir.Financeira) e o Fábio( Subdiretor temporário do Depto. de Estudos Antropológicos), nos principais pontos culturais, incluindo os Reis Magos, Mercado do Peixe e a Casa de Cultura com a exposição da Lyla Melo, passamos a tarde na Mombaça, na praia e visitaram a mini exposição do nosso IPHAR com objetos arqueológicos e históricos.

E degustaram a "cerveja de Angra", a Cerveja dos Reis, com rótulos de monumentos históricos da Ilha Grande e se deliciaram.

Depois um pequeno rally pra chegar até a Toca do Biró...onde tomei aquele banho revigorante de piscina natural da cachoeira.

Amanhã prometia...2° dia vindo.
Agradecimentos especiais ao Gil Fonseca e Fábio Abraão.

Conhecendo os segredos  da arquitetura barroca...


E  foi trilha de 6 km e a famosa Praia de Jurubaíba ("Praia do Dentista), na maravilhosa Ilha da Gipóia.

São  todos amigos de trabalho offshore.
Com direito a almoço  no caiçarissimo Bar do Luis Rosa.

Terminando com um lindo pôr  do sol na Baía  da Ribeira ...lembrando meus ancestrais.
E uma churrascada na Toca do Biró.


A cerveja artesanal


DOÍDO É  A DESPEDIDA, MAS UM BREVE ADEUS...

QUE EU, GIL, MARIA, AGNES, FÁBIO,  BIRÓ, LYLA...TENHAMOS MOSTRADO A MAGIA DE ANGRA E NOSSO JEITINHO ACOLHEDOR.

Depois de uma trilha na Mata Atlântica, pela bela Banqueta, com revigorante banho na Cachoeira da Borboleta Azul...e um churrasco de despedida, Angra e as energias caiçaras  se despedem dos amigos.

Esperamos ser um breve até  logo.

A Baía  da Ribeira no seu esplendor


Igreja da Piedade, Ilha Gipóia 

Não  precisa fingir...
tá  frio pra dedeu


Túnel  da ferrovia

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

EXPEDIÇÃO TÉCNICA VILLELA: IPHAR AO CAMINHO DO CARAMUJO


UMA AVENTURA TÉCNICA
PELOS CAMINHOS.
MÁGICOS DA  HISTÓRIA!

Caminho antigo, com no mínimo datação  de uns 2000 a.P., pois faz parte tanto dos contatos serranos com os sambaquianos quanto rota dos pré  cerâmicos  migrantes, esse atual piso estrado em pedras lavradas que alcançam  até  1,60m de diâmetro,  tem seu apogeu no século XIX , com o ciclo cafeeiro.

Embora pesquisas  nossas do IPHAR estejam nos abrindo amplidão  e assuntos transversais no conhecimento numa até então lacuna anterior  a esse período documentado historiograficamente.
Entrada do
túnel  ferroviário ,
século XX . 
Fizemos o levantamento volumétrico  básico de peças em trechos e tomadas fotográficas, além de outras técnicas  de cadastro.

🌍Há  mais mistérios ao seu redor do que você possa imaginar...🌏

Amei a companhia firme e simpática da Liliane,  Ana e da Dir. do Depto. de Prospecção de Campo e Arqueologia  Brasileira, Elisabeth!🎀, cada uma vencendo suas limitações!
Vista do alto da Serra D'agua

Túnel  n°14, década  de 1920

Estruturas da antiga
Estrada Férrea 

Baía  do Rio Jurumirim 
Trata-se de trilha histórica , com obras arquitetônicas  de grande vulto e engenharia imperial, inclusive com terraças, muros de arrimo e piso híbrido .
Trajeto em meio
 a Mata Atlântica 

Antigo refeitório /restaurante
da Estação  de trem
 Alto da Serra

Equipe do IPHAR 

Morubixaba Cunhambebe,
líder  indígena . 
Litografia mostrando
"capitão  do mato"



Lajotas alcançam
  quase 2m de circunferência !

Quase transdimensional encontrar esses personagens da vida real dos sertões  como Dona Sebastiana...moradora de Lídice, Distrito de Rio Claro, encontramos fazendo o caminho sem calçados  e de 74 anos...revivendo os tropeiros e viajantes do século XVIII e XIX !

SERRA D'ÁGUA , ANGRA DOS REIS.
Alferes, reprodução nossa real ( figurino montado),
 de personagem histórico  comum no Caminho do Caramujo, 
nos Registros imperiais. 
Recontituição de figurino
Embora pareça 1/2 piso, na verdade já é a degradação por erosão na nossa tese.
Perece ser a metade de um arruamento tipo moldura.

Sra. Sebastiana



Piso do século XVIII/XIX
Assim, contemplando as majestosas montanhas da Mata Atlântica, mesmo com séculos de exploração e tempos históricos se sobrepujando em obras de engenharia e tecnologias diversas, fomos descendo os caminhos e vendo os córregos e seus frescores, imaginando as dificuldades e arranjos pessoais para os tropeiros, soldados, indígenas e principalmente, os negros escravizados transporem essas escarpas altas.
Venha conosco!