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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Instituto de Pesquisa Histórica e Arqueológica de Angra dos Reis-IPHAR, promove Roda de Conversa e Workshop em Mambucaba

TURISMO EM MAMBUCABA

RODA DE CONVERSA:EVENTO DE SUCESSO!
Nós do IPHAR, agradecemos o convite e a honra de visitarmos o bairro da Vila Histórica de Mambucaba!
Com a eficiente ajuda do Prof. Cagerio e pessoas da região e também  da diretoria da escola municipal que possibilitou a reunião.
E principalmente o Alex e Alessandra, acadêmicos  da UFFRJ(Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), de Licenciatura em Turismo,  que anotaram tudo e


Eduardo, Presidente do IPHAR e Pepeu

Dezenas de moradores e visitantes compareceram e expuseram suas necessidades.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário 

Riqueza cênica  e história , num só  lugar.

Carlinhos Jordão  Vargas,
seus ancestrais já  eram comerciantes
 há  150 anos; na foto,
mostra a chave da antiga Cadeia,
 prédio  que hoje não  existe mais.

Ruínas  arqueológicas  do Casarão mais simbólico  da Vila.

Casario antigo

Sra. Sodré , ceramista e comerciante numa conversa agradável . 

Sr. Jordão 

Lápide  na Sacristia da Igreja.

    Universitários  Alex e Alessandra , da UFRRJ em pesquisa de campo.


Raridade, prédio ainda exibe caracteres artísticos  e data na fachada.
predispuseram a diagnosticar as demandas turísticas  locais.
Foram mais de 45 pessoas, entre administradores  de pousada, moradores, donos de restaurante e maioritariamente artesãs, que expressaram suas demandas, conflitos e esperanças. Após  um delicioso e sortido lanche, de bônus  encontramos o querido e um dos últimos caiçaras doceiros, Sr.  Joaquim Aarao, com uma sacola cheia de  do doce carmonia e pelo bairro, visitamos vários  comerciantes e sentimos sua simpatia. Um deles foi o alegre Pepeu, com seus lanches de nomes exóticos: "X-baleia", X-Angra 3", etc... O Carlinhos Jordão, na sua "venda", que tem desde banana até  o remo da canoa de voga que navegavam os antigos caiçaras e uma curiosidade:a antiga chave da cadeia pública!!
Visitamos a Feira de Artesanato (1 vez ao mês)e terminamos na Oca Tamoia e ouvimos a trajetória cultural e anseios da Sra Lucy Sodré, ceramista e comerciante  numa conversa agradável...
Aquela terra tem potencial!