terça-feira, 9 de outubro de 2018

TESOUROS ARQUITETÔNICOS DE ANGRA DOS REIS


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TESOUROS DE ANGRA DOS REIS
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ANGRA DOS REIS, MINHA TERRA BENDITA!
E "PARECIA-NOS ESTAR PRÓXIMO  DO PARAÍSO "...
Américo  Vespúcio , navegador, séc. XVI.
🏛❤📸MONUMENTO AOS MORTOS DO NAVIO AQUIDABÃ , REGIÃO  DA PONTA LESTE/BISCAIA.
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1840648196234917&id=14956832373980

REUNIÃO ORDINÁRIA MENSAL DO IPHAR:OUTUBRO, COM A DANÇA DO CARANGUEJO!

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REUNIÃO MENSAL
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A nossa querida Reunião  Ordinária  Mensal de Outubro (c/ antecedência), transcorreu de forma maravilhosa. Começando com o tradicional toque do maraká e a leitura de duas parábolas  , do IPHAR em http://causasecausosangradosreis.blogspot.com/2018/04/parabola-angrense-o-burro-e-onca.html?m=1 e de La Fontaine.


Além  dos trâmites comuns e andamentos dos projetos, a Assembléia  ali reunida tomou decisões  importantes  para o bom andamento do Instituto: exclusão  de um membro com aplicação  do Estatuto e o Regimento Interno por descumprimento  das normas escritas e decisões  coletivas , vamos votar online a data para uma Expedição  ao Caminho do Caramujo e ainda nova eleição  para o novo Vice -Presidente.

No Intervalo fomos inebriados por caipirinhas e uma feijoada na panela de barro. Maria Célia  e seus dotes!







Os Estudos foram profícuos! Arquitetura colonial de coberturas e telhados e a dança  da Ciranda caiçara, do Caranguejo, especificamente da Ilha Grande.
Como marketing fidelizador, a Presidência  distribuiu mimos como refrescante e saudável  doce carmonia e um livro de Raul Pompeia, escritor reconhecido nacionalmente.

Terminamos com a mini oficina prática  da dança  Caranguejo, típica  do nosso povo angrense e ilhéu, que estamos resgatando e reproduzindo nossa cultura antropologicamente .
Muita alegria e conhecimento. Troca de alteridades!!
Arrelá !

NOTA DE PESAR: FALECE O MESTRE DE FOLIA DE REIS CODRATO DA ROSA GERMANO

🌟BRILHA A VERDADEIRA ESTRELA HOJE...🌟

O falecimento do "Seu" Codrato, figura folclórica  e cultural com mais de 60 anos de prática  foliã, nas festas do Divino Espírito  Santo e Natal...me leva a lembrar que nos recentes anos , mais especificamente em 2015, estávamos  numa reunião  do Conselho Municipal de Cultura, numa noite triste, no auge de um governo municipal libanês  bandido, caótico  e petulante , e o Sr.Codrato, pessoa simples e ignorado pelos intelectualoides angrenses...(que nunca iria fazer parte daquela instituição  politiqueira e elitista que se diz cultural, que viveu décadas  com subsídios  da Prefeitura, por decreto da época  da ditadura!), disse ele:

"-A Secretaria de Cultura diz que não  pode me ajudar nem com as cordas do violão...o couro do pandeiro está  rasgado há  meses".








No mesmo dia, quando questionados por mim, alguns maconheiros petistas, funcionários  do Centro Cultural me ameaçaram  de agressão  física  e xingamentos.

O querido Codrato, enganado por décadas  por ideologias  libertinas  corruptas desses políticos e funcionários da Secretaria de Cultura (alguns continuam lá), nunca foi valorizado de forma profissional. 

Tanto os pseudo-direita quanto esses esquerdistas e ode famílias  invasoras, a cultura sempre foi assunto acessório e anedótico, por essa gentalha ser semi analfabeta e filhos e netos de donos de  butiquins  e quitandas imundas, metidos a comerciantes.

Nunca teve sua biografia e trajetória  cultural caiçara realmente levantada e registrada.

Nunca recebeu a merreca por participar do Aniversário  de Angra ou festas religiosas, de forma justa ou pontual.

Acaba com ele uma miríade  de bons cantadores e Mestres de Folia do Divino...também  aqui cito a grata memória  (meu amigo pessoal que conheceu meu avô) , o Sr.Manoel Ramos, da Nova Angra , Japuiba.

🌟Assim, um dia, quando forasteiros oportunistas ou angrenses doentios forem escorraçados do Poder Público  e profissionais e técnicos  tomarem as rédeas do fomento e investimento cultural, esses gigantes da cultura popular serão  eternizados. 
Ao Seu Codrato, nossos aplausos agradecidos.












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UM CAIÇARA  ESQUECIDO

Com origem na região  de Mambucaba, irmão  de Maria do Patrocínio e filho de Dona Mariquinha, era de família  da Praia da Guariba. Era primo de nossa Membro do IPHAR, Maria do Carmo.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

9° ENCONTRO DOS PESQUISADORES DO "CAMINHO NOVO":UMA EXPERIÊNCIA DE EMPATIA!

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9° ENCONTRO DE PESQUISADORES DO CAMINHO NOVO...UM REENCONTRO DE CAMINHANTES E EMOÇÕES.....

❤UMA EXPERIÊNCIA  EMPÁTICA  COM A PESQUISA ARQUEOHISTORICA: O IPHAR ganha caros e honrados contatos com pesquisadores abnegados e instituições .
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Por três  dias estivemos fora do mundo  global de terabytes, megapixels e nuvens de dados...mas muito próximos  do sorriso franco, da acolhida simples e amorosa e do patrimônio  histórico....


"HÁ  UMA ESTRADA DE PEDRA QUE PASSA NA FAZENDA...É TEU DESTINO É  TUA SENDA.ONDE NASCEM TUAS CANÇÕES "

A grandiosisdade do estilo românico  medieval da Igreja da vila, a delicadeza dos jardins do casario antigo e a alvorada ou o  crepúsculo com tucanos, sábias e  inhambu-chororó...foi ficando para trás...

"SIM DOS TEUS PÉS NA TERRA   NASCEM FLORES"

Angra, a terra dos reis, piratas , energia atômica, Sambaquis de 8 mil anos, petróleo  e caiçaras navegadores... aponta do alto da belíssima Serra D'agua...serra esta mesma....cheia de tesouros da história  e dos meus antepassados tropeiros que estão  ligados ao Caminho Novo.

"ESPUMA AS ONDAS AS ÁGUAS  DO TEU MAR"

Minha filha Agnes , com seus 10 aninhos gostou....isso é  bom augúrio.
Caminhantes ....somos todos!
Encontros e reencontros❤Grato a todos!


























Me emociona descrever esses poucos e encantados dias em São  José  das Três  Ilhas, um sertão  mineiro, mas tão  perto agora de nossos corações. Lendas, broas e palestras de heróis  da cultura, da erudição  e do tropeirismo que tocou tantas vezes pelos caminhos e florestas das veredas, trilhas e montanhas solitárias  do Brasil, embalando sonhos, paixões  e esperanças....
Assim foram esses dias naquele vilarejo colonial!
Me lembro e estou ouvindo a música "Jeito de Mato", de Paula Fernandes....

"DE ONDE É VEM  ESSES OLHOS TÃO  TRISTES, VEM DA CAMPINA ONDE O SOL SE DEITA....E DORME SERENA."

Desde o tratamento de barão e sinhá  que recebemos na Pousada S.J.das Três  Ilhas...passando pela acolhida sincera dos moradores e pelo profundeza das experiências  humanistas dos pesquisadores, tanto acadêmicos  quanto autodidatas, a grande maioria idosos olhando o horizonte para alguém  levar a tocha...quanta afetividade no ar!

SITUAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TREM, EM LIDICE-RJ, BRASIL.

🚂PATRIMÔNIO HISTÓRICO URGENTE.
🔸Tomada de fotos feita por nosso vice presidente  do IPHAR, Alex Albertasse em 27/08/18
Ao contrário  do que possa parecer, as notícias  são  auspiciosas: a estação  tem poucos problemas e temos vagões  a disposição.









Podemos ter na estação  o museu e nos vagões, uma feirinha de artesanato e produtos típicos!

Inaugurada em 1910, fazia parte da antiga EFOM-Estrada de Ferro Oeste Mineira.

Atualização: estive em julho/2021 na região da Estação: infelizmente não há mais esses vagões.

Texto em http://www.estacoesferroviarias.com.br/rmv_tronco/lidice.htm
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da RMV foi construída originalmente pela E. F. Oeste de Minas a partir da estação de Ribeirão Vermelho, onde a linha de bitola de 0,76 chegou em 1888. A partir daí, a EFOM iniciou seu projeto de ligar o sul de Goiás a Angra dos Reis, passando por Barra Mansa por bitola métrica: construída em trechos, somente em 1928 a EFOM chegou a Angra dos Reis, na ponta sul, e no início dos anos 1940 a Goiandira, em Goiás, na ponta norte, e já agora como Rede Mineira de Viação. A linha chegou a ser eletrificada entre Barra Mansa e Ribeirão Vermelho, e transportou passageiros até o início dos anos 1990. Nos anos 1970, o trecho final norte entre Monte Carmelo e Goiandira foi erradicado devido à construção de uma represa no rio Paranaíba, e a linha foi desviada para oeste encontrando Araguari. Hoje (2003) a linha, já não mais eletrificada, é operada pela concessionária FCA.
A ESTAÇÃO: A estação de Capivary foi inaugurada em 1910, tendo sido ponta de linha até a inauguração da estação de Alto da Serra, onze anos depois.

Depois teve seu nome alterado para Vila Parado, e nos anos 1940 passou a se chamar Lidice.

O tráfego de passageiros naquele trecho, descendo e subindo a serra, foi extinto entre 1979 e 1980 (ref.: Guia Levi).

Um trem turístico foi aberto em março de 1992 ligando a estação de Lídice à de Angra dos Reis - o chamado Trem da Mata Atlântica, com seus carros verdes. Enquanto a RFFSA era a dona da linha, até 1996, eles funcionaram. Com a entrada das concessionárias, eles foram suprimidos.

É, foi uma pena. A subida da serra, descrita por passageiros desses últimos trens, era muito bonita. O trem subia a partir da saída do pátio de Angra dos Reis até a estação do Alto da Serra. Daí descia até Lídice, onde esses trens geralmente paravam por um tempo e voltavam. Em Lídice, esses últimos trens turísticos que vinham de Angra faziam manobras de carros e locomotivas para voltar a Angra. Enquanto isso, passageiros desciam na estação - que ficava longe da cidade - e se divertiam na pequena feirinha de produtos típicos que por ali havia.

Tudo ao redor da estação, em 2003, já estava abandonado. Entre 2002 e 2005, a linha esteve sem movimento de cargueiros, devido a um desabamento em Angra dos Reis. Não deve ser mais isso em 2017. O prédio estava lá, da mesma forma como estava em 2014, mas a FCA não passa mais por ali, não havia sentido em manter nenhum de seus funcionários na região.

"A bela estação de Lídice está lá, meio descaracterizada, servindo de moradia e alojamento da FCA, com um corrimão na plataforma. A estação, o grande pátio, a caixa dágua e o pontilhão formam um belo conjunto. Dá saudade do tempo em que isso era comum. O sol já estava oculto pela morraria da região, o que diminui as cores mas melhora o contraste. O pátio é grande, com seis linhas, talvez o maior entre Angra e Barra Mansa, deve ter sido muito útil para formar e dividir composições que chegavam e demandavam a descida da Serra do Mar, que começa perto daqui. Percebi também um desvio morto. Para que serviria?" (Eliezer P. Magliano, 02/2006).